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Prêmio Bright Weblog 2008

Fui iluminada por Everson do Livro dos Dias para o Prêmio Bright Weblog 2008, Everson, obrigada pelo carinho, tá?
O que é o Bright Weblog?
É um prêmio atribuído a sites e blogs que se destacam por seu brilho em ambos os temas em design, e sua finalidade é promover em todo o mundo blogosfera. Após receber o prêmio, você deve postá-lo e citar os nomes dos premiados. Escolha no mínimo 7 blogs (ou mais), que acha que são brilhantes em sua disciplina ou na sua concepção.
Clareando... e o brilho vai passando...
Adri - Bandys - Elane - Landinho - Roberto Balestra - Susanna Martins - Príncipe Tito - Vanderson Freizer - Marcinha
Escrito por TK Freire às 11h10
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A MÁQUINA DE MORAR
Ainda em tempos de estudante, era comum presenciar discordâncias entre profissionais da arte (?) de morar. Será arte? Morar tornou-se antes de mais nada, um desafio.
Os temas eram debatidos sempre em torno da funcionalidade e da estética. O conforto ambiental, embora muito pouco, ainda era considerado. Encontrávamos casas e apartamentos com interiores bem dimensionados e distribuídos de forma racional e adequada à praticidade do dia-a-dia. Alguns arquitetos ainda tinham preocupação com a utilização de materiais próprios de cada região que proporcionassem mais conforto de acordo com o clima e menos gastos. Um tema muito considerado na época foi a “Arquitetura nos Trópicos”, onde se levava em conta o aproveitamento da luz natural, ventilação e temperatura nos ambientes. Dentre os discordantes da época estudantil, já dizia um professor, talvez profeta: “Estamos nos preparando para a morada do futuro onde a casa nada mais será que uma máquina de morar. Precisamos valorizar as áreas comuns de convivência coletiva e economizamos nas áreas independentes (unidades/apartamentos), já que a tendência é a pessoa passar menos tempo em casa”.
Chegados os tempos de Globalização, vieram também tempos de unificação ou massificação. A mesmice tomou conta de todas as áreas, inclusive da arquitetura. Fachadas recobertas por panos de vidro... inclusive no nordeste, onde impera o rei sol... criamos estufas humanas. Apertamentos minúsculos onde se entra de costas para poder sair de frente... olha aí a profecia!!! Lembro bem do professor... “menos tempo em casa...”

A Morada do Futuro - muita área verde e tecnologia de ponta
E eu me pergunto: “O que fazem os arquitetos hoje em dia?”
Bom... temos que economizar na obra. As construtoras não querem gastar com metros quadrados de área construída... precisamos é vender o peixe! Aperta aqui e ali, um quartinho pro casal (é só pra dormir mesmo... o resto faz no motel, né?), outro pra as crianças... é só botar uma bi-cama que dá. Empregada foi feita pra trabalhar... precisa de quarto não! O resto a gente investe no sociaaal!!! (parece que já ouvi isso antes).
Arquitetura popular, nem pensar... se casa pra rico é assim, imagina pra pobre... tem nem graça fazer! Pobre não mora, ocupa espaço...
Voltando ao sociaaal... vamos fazer um play-ground imeeeeeenso! Um mini-campo de futebol, sala de musculação (claro, pra desestressar!), sauna, piscina, churrasqueira... peraí... churrasqueira é coisa de pooobre! Tira! Vamos botar aqui um espaço gourmet, que tal?
Os afetadinhos, não suportando a pressão das construtoras, recorrem à arquitetura de interiores. Sem desmerecer a nobreza do esforço de alguns mais sérios que tentam suprir a falta de espaço com armários de piso à teto, a maioria está preocupada em atender os “pitis” das peruas ociosas. Enchem seus cubículos de tapetes persas, dão meia dúzia de desmunhecadas e saem na coluna social do dia seguinte.
Aí dizem que a construção civil nunca produziu tanto. É verdade... muita casa e pouco lar.
Um fato bem curioso é constatar a relação inversamente proporcional entre o tamanho da habitação e o índice da violência no país. Apesar da valorização das áreas comuns, as unidades de habitação não estão oferecendo atrativos, são tão pequenas que sufocam e forçam o indivíduo a passar mais tempo nas ruas tirando-lhe a oportunidade de interação familiar tão importante na formação dos valores éticos do ser humano. Antes a violência era uma característica atribuída à pobreza, classe possuidora de casas precárias e sem nenhuma infra-estrutura. Hoje, percebe-se também um aumento da violência na classe média... habitantes das novas máquinas de morar.
imagem: www.totrated.com.br
Escrito por TK Freire às 12h11
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SÉRIE FLORES

Flor do Mandacaru
Linda e misteriosa, só brota à noite e apenas por uma noite... durante o dia se esconde em botão. É sinal de chuva...
"Mandacaru quando fulora na seca
é sinal que a chuva chega no Sertão...
toda menina que enjoa da boneca
é sinal que o amor já chegou no coração."
Luiz Gonzaga.
Quando aparece trás alegria ao sertanejo.
Resistente, representa a fortaleza da mulher do Sertão...
Escrito por TK Freire às 10h31
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TÁ É DANADO DE BOM !!!
Aqui no meu nordeste as tradições dos festejos juninos são marcantes... impossíveis de passar em branco, tanto que o dia de São João - 24 de junho - é feriado. E, como em todo feriadão que se preza tem que ter enforcamento, a segunda vai ser a vítima. Pode ser que os amigos sintam saudades de mim... rsrsrs.
Para não deixar tanta gente triste, vou deixar vocês com Gonzagão e Gonzaguinha, enquanto vou relar bucho numa sala de reboco. Pegar um forró pé-de-serra por aí... PENSE N'EU

OLHA PRO CÉU
Luíz Gonzaga
Composição: Luiz Gonzaga / José Fernandes
Olha pro céu, meu amor Vê como ele está lindo Olha praquele balão multicor Como no céu vai sumindo Foi numa noite, igual a esta Que tu me deste o teu coração O céu estava, assim em festa Pois era noite de São João Havia balões no ar Xóte, baião no salão E no terreiro O teu olhar, que incendiou Meu coração.
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BOM SÃO JOÃO !!!
Escrito por TK Freire às 11h43
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DELÍCIAS DO MEU SÃO JOÃO
BOLO SOUZA LEÃO Chef Dênis Silva (Parraxaxá)

Ingredientes:
6 xícaras de leite de coco 2 xícaras de água 2 xícaras de manteiga 1 Kg de açúcar 1 Kg de massa de mandioca 18 gemas 1 pitada de sal
Preparo:
Leve o açúcar com a água ao fogo alto, mexendo até dissolve-lo. Pare de mexer e deixe ferver por 8 minutos ou até a calda atingir o ponto de fio. Retire do fogo e acrescente a manteiga. Misture até derreter. Deixe esfriar completamente. Lave, escorra e peneire a massa de mandioca. Junte as gemas e bata por 5 minutos. Ponha o leite de coco e o sal e misture até ficar homogêneo. Adicione a calda de açúcar com manteiga. Misture.
Aqueça o fôrno em temperatura média. Passe a massa por uma peneira.
Forre o fundo da forma com papel manteiga. Unte o papel e a lateral da forma com bastante manteiga. Ponha a massa e asse por 1h e 20 minutos ou até que, ao enfiar um palito, ele saia limpo. Desinforme quando estiver morno.
PÉ-DE-MOLEQUE Chef Isabel Dias (Casa dos Frios)

Ingredientes:
1Kg de massa de mandioca 5 ovos inteiros 400g de castanha triturada 1L de leite de coco 1 colher de canela 2 pistilo de cravo triturado 800g de açúcar mascavo 250g de manteiga 1 xícara de café forte sal a gosto 1 colher de chocolate em pó 500 ml de água
Modo de Fazer
Bata primeiro o açúcar com a manteiga e depois acrescente os ovos, a massa de mandioca, o leite de coco e a água. Em seguida, faça um café forte e, aproveitando a quentura, derrame na mistura. Depois, coloque o cravo e as castanhas trituradas (o segredo é machucá-los no pilão). Atenção: reserve 10 castanhas para enfeitar o pé-de-moleque. Misture até a massa ficar homogêneas. Unte a fôrma e coloque a mistura. Após 45 minutos no fôrno, o pé-de-moleque está pronto, agora é só enfeitar a parte de cima do bolo com as 10 castanhas.
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Essas maravilhas foram retiradas do site http://www.pousadapeter.com.br
O bolo Souza Leão recebeu o título de Patrimônio Cultural Imaterial do Estado de Pernambuco - é pra comer babando - a receita acima, do chef Dênis Silva, é servida no Restaurante Parraxaxá, um cantinho imperdível pra quem vem conhecer a culinária pernambucana.
Um pé-de-moleque que nem esse só se come na Casa dos Frios. Isabel Dias é conhecida como a senhora sorriso aqui em Recife. Uma simpatia só... e chiquééééérrima!!! Imagina o gostinho desse pé-de-moleque!
Escrito por TK Freire às 10h44
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Ganhei um pacotão... era uma caixa enorme! Tinha um cartãozinho com o nome de Bandys... vê só o que tinha dentro...



É por isso que eu fico metida... dá pra não ser??? Logo de Bandys!!! É pra qualquer um não!!!
Aí eu vou querer um monte de blogamiguinhos e blogamiguinhas metidos feito eu... é pra ser tudo farinha do mesmo saco... quer dizer... florzinha do mesmo canteiro... rsrsrs.
Escrito por TK Freire às 08h48
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QUATRO ERROS

crédito (imagem):http://www.tratamentodeagua.com.br
ROBERTO SHINYASHIKI - Médico Psiquiatra com Pós-graduação em Administração de Empresas pela USP, Consultor Organizacional e Conferencista de renome nacional e internacional - em entrevista à Revista ISTO É.
" A sociedade quer definir o que é certo. São quatro loucuras da sociedade:
A primeira, é instituir que todos têm de ter sucesso, como se ele não tivesse significados individuais.
A segunda loucura é: você tem de estar feliz todos os dias.
A terceira é: você tem que comprar tudo o que puder. O resultado é esse consumimo absurdo.
Por fim, a quarta loucura: você tem de fazer as coisas do jeito certo. Jeito certo não existe. Não há um caminho único para se fazer as coisas.
As metas são interessantes para o sucesso, mas não para a felicidade. Felicidade não é uma meta, mas um estado de espírito. Tem gente que diz que não será feliz enquanto não casar, enquanto outros se dizem infelizes justamente por causa do casamento.
Você pode ser feliz tomando sorvete, ficando em casa com a família ou amigos verdadeiros, levando os filhos para brincar ou indo à praia ou ao cinema.
Quando era recém-formado em São Paulo, trabalhei em um hospital para pacientes terminais. Todos os dias morriam nove ou dez pacientes. Eu sempre procurei conversar com eles na hora da morte. A maior parte pega o médico pela camisa e diz: "Doutor, não me deixe morrer. Me sacrifiquei a vida inteira, agora eu quero aproveitá-la e ser feliz". Eu sentia uma dor enorme por não poder fazer nada. Alí eu aprendi que a felicidade é feita de coisas pequenas.
Ninguém na hora da morte diz se arrepender por não ter aplicado o dinheiro em imóveis ou ações, ou por não ter comprado isso ou aquilo, mas sim de ter esperado muito tempo ou perdido várias oportunidades para aproveitar a vida."
Recebi esse trecho de entrevista por e-mail. Transcrevo-o e peço aos amigos que MEDITEM.
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Até onde você permite que as regras da sociedade interfiram na sua individualidade?
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Será que você é feliz e não sabe?
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Qual é o seu jeito certo de fazer as coisas?
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Você é um sucesso ou você está feliz?
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Qual o limite entre encarar um problema de frente e se acomodar à um problema?
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Qual o limite entre fugir das dificuldades e buscar novas soluções?
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Qual a maior pequena coisa da sua vida?
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Qual a felicidade que você praticou hoje?
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Pequenas coisas ou coisas pequenas?
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Na hora de pegar o médico pela camisa, o que pedirá a ele? E porquê não aproveitar que não tem médico nenhum na sua frente agora e começar a agir? Vá varrer a calçada, aguar as plantas, passear com o cachorrinho, curtir o marido ou a esposa, aguentar filhos adolescentes, fazer o almoço, ouvir bronca de patrão... afinal... isso é FELICIDADE!!! (Tô falando sério!!!)
Escrito por TK Freire às 10h06
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Que Prêmio!!!
Recebi este prêmio do primo Landinho - Cantinho do Landinho. Não sei porquê, mas imagino esse primo imeeeeeeeenso!!! Tem que ser... pra caber o coração dele lá dentro...
 Devo repassar para outros cinco blogs e quem o receber, deve colocar o nome do autor do prêmio, juntamente com o nome do Blog que ofereceu, devidamente linkados e colocar todos os nomes escolhidos com seus links correspondentes, para que possam ser visitados.
A escolha dos Blogs, deve ser pela Criatividade, Design, Conteúdo próprio utilizado e que tenha contribuido com a comunidade Blogger, independente de qualquer idioma.
Vou repassando para:
* Evelize - Um blog que ensina a ter uma atitude positiva na vida.
* Bandys - Lindas poesias e reflexões
* João Bosco - Informação da melhor qualidade
* Marcinha - Um blog bonito em capa e conteúdo
* Roberto Balestra - Doma as letrinhas com uma maestria inigualável
Escrito por TK Freire às 10h34
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Dos Castelos de areia, pescadores e náufragos.

Finzinho de tarde e até o sol é frio. Acho que para ser solidário com minha alma também fria, seca e vazia. Já caminho há horas nessa areia fina. As ondas atrevidas lambem meus pés e me tiram o chão. Cavam pequenos fossos que me fazem cócegas. Cansei.
Agora sentada, ainda ao alcance das águas, fito o horizonte avermelhado. Será sangue? Um sol defunto e frio enterrando-se e levando a luz consigo. Deixando para trás o calor que aqueceu meus pensamentos. Chega.
Não olho mais para ti impiedoso rei. Esqueceste teus súditos e teu Castelo é de areia. Fujo desta triste miragem. O deserto é de água salgada que sai de meus olhos. O que vejo agora está distante, mas não tanto quanto o horizonte. Está ao lado ou no passado. Um homem. Uma mulher. Três crianças. O vento me açoita o rosto castigando o desafio ao rei. Surra o mar e as ondas se atiram aos meus pés em desespero suplicando: _ Pára! Pára! Não pensa! Não vê que só nos maltrata?! Mas lá estavam eles... felizes... tudo era lindo! Tudo era perfeito! O homem com a mulher aninhada no peito, construía Castelos de areia. Um para cada criança que corria, gritava e sorria, pulando na poça de água salgada... engano meu... poça de lágrimas, alheias ao que aconteceria. O mar se enfurecia atormentado pelo vento. O céu ainda sangrento olhava em prantos Castelos de encantos se desfazendo. A criança correndo, buscando o horizonte e o sol já distante se despedia.
Não tinham mais Castelos, as ondas levaram. Precisava aprender a navegar. Precisava achar o sol que me roubou a luz. Construí um barco para andar sobre águas salgadas, antes ondas bravias, agora lágrimas derramadas. O vento já não me maltrata, agora sopra velas brancas. A calmaria me leva... leva a vela, mas como pescar o sol?! Ele está bem abaixo de mim. Minha rede não alcança. Não alcança... mas como?! Está tão perto! Ele nada vaidoso com seu dourado de rei. Não entende que está aos meus pés agora! Quem não entende sou eu... sua luz é uma ilusão no mar. Ele está lá. Alto e soberano. O tirano ordena ao vento que mais uma vez cause tormento. As ondas apavoradas agitam-se revoltadas e pedem socorro à frágil embarcação. Pobre barquinho de vela branca... pedaços, estilhaços, destroços...
Restou o branco da vela. A paz dos náufragos que aprendem a nadar. Buscar a luz e o calor do sol fora das águas. Ele não nos rouba nem engana apenas nos ensina a nadar.
Fernando Pessoa encontrou pedras no caminho e juntou-as para transformá-las em um Castelo. O meu já estava pronto... só que era de areia e a água levou... fiquei sem pedras e tive que aprender a nadar.
Escrito por TK Freire às 10h42
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TIRANDO O ATRASO...
O priminho Everson - Livro dos Dias achou pouco tanto paparicado e ainda me presenteou com esse selinho lindooooo!!!!!!!!

Obrigada primo, são demonstrações de carinho como as suas que me fazem voltar sempre ao Meu Jardim para aguar minhas plantinhas.
Escrito por TK Freire às 10h59
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